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01 fevereiro, 2013

15º Actuação - 26-01-2013 - Auditório da J.F. Carregosa

Encerramos a peça. Chegamos ao ultimo acto das apresentações da peça de maior valor que o nosso grupo já apresentou. Ou a maior até agora. Esperamos que seja um crescendo daqui para a frente.
Graças à teimosia do Luís, que é uma forma de o felicitar pela persistência, pelas horas investidas, pelo tempo e trabalho que dedicou a este trabalho fantástico. O prémio foi todo o mérito que lhe é merecido.
E terminamos, improvisamos mais do que o costume, mas desta vez de propósito, tivemos registos em vários tons e emoções. Foi quase um jazz teatral. O expoente a acabar em expoente.
Obrigado a todos os que contribuiram, aos actores, ao encenador, aos directores, aos técnicos de luz e som, às meninas do ponto, aos roadies...
Um muito bem haja. Quando termina? È AGORA!






















11 junho, 2012

14º Actuação - 10 de Junho de 2012 no Aud. do Grupo de Teatro de N. Sra. de Fátima em Mamodeiro, Aveiro

















A nossa 14ª actuação foi em terras de Aveiro na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, recebidos pelo grupo com o mesmo nome.
Um grupo simpatiquissimo, que nos guiou num passeio pela periferia da freguesia, levando-nos até à bela Pateira de Fermentelos, nos serviu um almoço informal mas gostoso, com um belo caldo verde seguido de churrasco, numa explendida e descontraida actuação.
Foi um dia excelente, que temos que agradecer a tão simpáticos anfitriões.
A nossa actuação não foi perfeita, mas até aí eles foram simpáticos, pois ao fim do primeiro acto e com cortinas fechadas vem ter connosco uma das pessoas activas do grupo deles(a encenadora?!)  e nos brinda com a alcunha de «Profissionais». Não o somos, mas sabe sempre ouvir que acham o nosso trabalho de tal qualidade.
Foi um dia soberbo.

20 maio, 2012

13º Actuação - 19 de Maio de 2012 no Centro Paroquial de Mansores

Para o grupo de teatro a memória deste palco vai ficar ligada às escadas de caracol que davam acesso aos camarins. Não são umas escadinhas, são duas rotundas inteiras a descer + de 3 metros na vertical, em madeira... O palco era bom, o espaço para o público é multifuncional, não é um auditório inclinado mas um salão polivalente em que se pode realizar uma festa ou bailarico, mas a altura entre o palco e o auditório é suficiente para garantir uma boa visão e conforto a quem assiste e a quem representa.
A representação foi marcada por dois grandes incidentes, a primeira foi o Amorim ter representado de muletas fruto de uma lesão recente, o que nos levou a improvisar muito para encadear o acontecimento na peça, o outro incidente foi meu que me perdi no texto completamente desde o inicio. Felizmente não sou o actor principal e a minha falha facilmente se diluiu na sequência da história.
De resto foi um público simpático com alguma sobriedade, mas que não resistiram a libertar as gargalhadas nos hilariantes momentos proporcionados pelo nosso Chichas ou Faísca. Tivemos muitos conterrâneos nossos entre o público ou não estivéssemos tão próximos de casa. Para alguns dos nossos actores era mesmo terra de família.
No final tivemos o habitual lanchinho, que devido à duração da peça foi mais uma ceia após a meia noite, mais marcada pelo facto de ter sido apenas para nós, com pena pois gostamos imenso de conviver com os grupos anfitriões. Mas a Andreia, a simpática anfitriã com um sotaque brasileiro, esteve por perto e mostrou-nos que existia alguém da organização por ali, que apesar de estarmos entregues a nós, tínhamos a quem recorrer caso fosse necessário.
Um bem haja a quem viu, um obrigado por serem a razão de continuarmos com gosto a fazer teatro.

23 abril, 2012

12º Actuação - 16 de Abril de 2012 na sede do Palmaz Jovem

Em termos de espaço para teatro foi o pior sitio de apresentação desta peça. Não quero desvalorizar as instalações da associação de Palmaz que são excelentes para o seu âmbito. Eles têm diversos salões, café e bar, um espaço enorme que pode ser usado em diversas actividades lúdicas e de recreação. O que eles não têm é adequação à prática do teatro. Mas mesmo assim fizeram um esforço enorme para conseguir criar as condições mínimas para nos receber e foi com gosto que nos deslocamos às instalações deles para apresentar o nosso trabalho.
Mas se perdemos pelo espaço, que tinha um palco improvisado (perigoso diga-se, devido à falta de acessos, numa das saídas quase partia uma perna a descer para cadeiras que se mexeram), a coluna que ficava mesmo na frente do palco, a ausência de cortinas ou bastidores, tivemos que trocar de roupa num espaço de 4m2 que apenas era separado do público por uns panos que colocamos a servir de paredes, tudo isto nos deu a sensação que não podíamos fazer pior, e fomos com tal descontracção para o palco que a peça saiu com uma tal naturalidade que correu excelentemente.
Até conseguimos levar o nosso talento mais além e puxamos das nossas qualidades de improviso, posso citar uma das cenas que tive com o Amorim em que decidimos 5 minutos antes que íamos entrar a discutir e que a íamos fazer com uma emoção que nunca tínhamos ensaiado. E correu excelentemente, correndo o risco de o nosso encenador até não gostar do improviso, mas ele elogiou-nos pela nossa autenticidade da actuação.
Ainda tivemos tempo para comemorações, pois o nosso compadre António que tem acompanhado a esposa e família religiosamente às actuações fazia (vou dizer) 50 anos. Tivemos direito a bolo e parabéns. Também o Abílio (o nosso Fragoso Cardoso Ranhoso) fez anos nessa semana (um número inferior, mas igualmente respeitável na casa dos 30 anos) e também nos premiou com um vodka para descontrair (depois da peça, porque o encenador não permite álcool antes).
Apesar das más condições foi uma boa actuação, e fez-nos sentir que estamos no melhor ponto da peça. Venham agora muitas actuações para usarmos e abusarmos do valor acrescentado que esta peça tem.
Um bem haja ao nosso encenador Luís e um pedido de desculpas, pois infelizmente o trabalho duro tem sido muito para ele, e sendo todos culpados no grupo, sentimos bastante esse peso. Obrigada e desculpa Luís.


02 abril, 2012

11º Actuação - 31 de Março de 2012 no Grupo Musical Macinhatense

Excelente. Após três meses de interregno o medo era bastante, mas foi desfalcado pelo sucesso. Foi uma actuação muito boa. Não foi excelente 'per se' mas tendo em conta o tempo da paragem o resultado foi-o.

O Grupo Musical Macinhatense é já uma associação com longas décadas de existência, e o público de Macinhata da Seixa mostrou-nos que está presente para acompanhar a sua associação e quem a visita. Tivemos uma casa cheia num dia em que tinhamos celebrações de páscoa e jogos a disputar o primeiro lugar da liga. E o público era airoso. Um airoso 'inteligente', não era aquele público que se derrete a rir, mas sim aquele público que segue a história e nos sabe premiar pelo bom desempenho da história com uma gargalhada agradável. O palco esse era perigoso... pequeno, suficiente para o cenário, mas perigoso para os nossos actores que saíam pela janela e encontravam apenas 50 cm de segurança do outro lado do cenário para se equilibrarem e evitar o tombo pela varanda que dava para os camarins. Mas não houveram incidentes. A projecção de voz também era um pouco dificultada pela parede que suportava os holofotes à nossa frente e que fazia algum retorno da voz, mas acho que a história passou.

Aconteceram uns efeitos fantasmagóricos com as luzes, que viemos a saber eram provocados pelo nosso ponto... Afinal estava tão apertada no seu cantinho que quando se mexia, tocava nuns fios e as luzes piscavam. Deu o seu colorido à peça.

Resultado global, foi muito bom. Ficamos com motivação para continuar esta peça, que agora já nos está entranhada.

Um muito obrigado aos Macinhatenses. Um abraço especial à nossa familia de fãs n.º 1, Márcio e família, que mais uma vez lá estavam a ver-nos.

07 março, 2012

10º Actuação - 18 de Dezembro de 2011 no Salão dos Bombeiros Voluntários de Fajões.

Agora que já estamos a recomeçar as actuações, brevemente (31-03-2012) iremos a Macinhata da Seixa ao salão do GCC que já agora está de parabéns pelos seus 77 anos de existência, mas não podia ficar esquecida esta festa de natal que fizemos em Fajões para os amigos de todos nós, Bombeiros Voluntários.

Foi uma actuação com distribuição de prendas e pai natal e tudo. Os bombeiros aproveitaram a nossa actuação para fazer uma festa convivio de natal para eles, para as crianças deles, e para nós que podemos participar.

Um bem haja aos BV de todo o lado, e em particular aos BV de Fajões.

13 dezembro, 2011

9º Actuação - Celorico da Beira em 11-12-2011

Foi a segunda vez que este grupo esteve neste auditório e ao contrário da primeira vez, desta tivemos um auditório quase cheio. A Câmara municipal de Celorico da Beira que nos convidou a actuar, preparou-se e encheu-nos o auditório cheio, e vou dizes isto com muito carinho, de crianças de 80 anos. Foram os idosos de Celorico e quiçá arredores que puderam desfrutar da nossa comédia. Chamei-lhes crianças, porque não resisti á comparação de que á medida que se envelhece se volta a menino. Digo isto de uma forma simpática, é verdade que nos pediram para projectarmos bem a voz, porque muitos já sofriam de surdez, mas o que mais retive foi as idas constantes dos assistentes à casa de banho. Tal e qual crianças, mas essas por terem a bexiga pequena, estas por a terem já fraca. Ficou-me na memória também a situação que aconteceu no público de uma senhora que protestava com alguém porque o assistente ao lado dela não a deixava passar para ir à casa de banho. Acreditem que a situação nos distraiu, eu e o Amorim que estavamos em cena, ficamos completamente distraidos com a senhora, mas achamos castiço.

De resto foi uma boa actuação em termos técnicos, poucos erros no guião, de alguma forma a prática começa a trazer a perfeição.

Devemos assinalar também que a nossa colega de palco Catarina teve uma surpresa no final, pois o pai dela que ainda não tinha visto a peça (pode?!, já com quase duas mãos cheias de...)  mas desta vez ele foi a Celorico da Beira para ver a filha actuar. Penso que valeu bem a viagem, pois a filha pode bem ser a próxima Eunice Munoz com os seus actuais 15 anos.

14 novembro, 2011

8º Actuação - 11-11-11 em Oliveira de Azeméis no Caracas

É o melhor palco que existe. Pelo menos é o melhor que conhecemos. Que área de palco, que altura de palco, que acustica fantástica que o nosso Caracas tem. È realmente um palco fantástico. E nós tentamos fazer um pouco de justiça à igreja em que actuavamos. Quando a peça começou e antes de entrar pela primeira vez, eu abracei a Catarina, aliás Amélia, e disse-lhe ao ouvido: "Vai ser a melhor de todas."
Poderiamos ter sido melhores, precisavamos de mais ensaios, mas acho que demos um bom espectáculo. No dia a seguir no mesmo palco esteve o grande clown Pedro Tochas, e acho que lhe aquecemos bem o público. Riram-se o suficiente. O texto é excelente, o Chichas é carismático no palco.
E além do Chichas temos o nosso Faísca que também dá um toque hilariante à peça. Temos ainda o Livrato que de uma forma mais simples põe o público a rir-se com as suas comichões.



Foi uma noite de serenidade com o nosso trabalho, de bem estar com aquilo que gostamos de fazer. Um obrigado a todos.

07 novembro, 2011

7º Actuação - 05 de Novembro de 2011 em Manteigas no palco municipal.

A convite do Inatel e da Camara Municipal de Manteigas, foi com imenso prazer que nos deslocamos à Serra da Estrela para apresentar o nosso trabalho.
Pela primeira vez tivemos que pernoitar na terra da actuação, o que demonstra que de alguma forma o nosso trabalho já justifica o investimento em nós. Ainda que amadores somos bons.
E depois da actuação a noite prolongou-se muito. Muito.... Que diga a foto do nosso tenor.... O que acontece em Manteigas, fica em Manteigas.

 Outras fotos das montagens e do distrito da Guarda. Agradecido ao nosso vice presidente Abílio Silva pela sua publicação no facebook, de onde as copiei.





6º Actuação - 29 de Outubro em Eixo, Aveiro, no palco do grupo Semente

Estamos a ficar pró's. Agora é a verdadeira Tournée. Todos os fins de semana com saídas. È a recompensa por um ano de ensaios. Agora temos a oportunidade de mostrar o  trabalho que fizemos. E apesar de as peças nunca sairem iguais, é fantástico como um só texto teatral pode ser apresentado de tantas maneiras diferentes e como trocar a ordem das páginas do guião como a peça a continuar a fazer sentido.
Desta vez fomos recebidos em Aveiro, pelo grupo Semente que tinham uma jeropiga caseira deliciosa. Aquilo é que foi aquecer a voz.

Obrigado à semente.

17 outubro, 2011

Actuação - 15 de Outubro de 2010 - Palco no C.P. de Escapães, recebidos pelo GEDE

Devo dizer que o público foi excelente, mas saí com um sentido de culpa enorme, pois nas primeiras cenas troquei o texto todo. Não perdemos o sentido da peça, não deixamos de ter piada, mas sei que andamos a saltar de página para página a fazer os terrores dos pontos.
Mas apesar da nossa representação menos boa, o público foi excelente. Gostei imenso do público de Escapães, e gostei imenso da malta do GEDE. Foram extremamente simpáticos, deram-nos um beberete que serviu de jantar, e a quantidade era tal, que no final fomos todos para o espaço do beberete novamente e comemos, e eu bebi, e comememos, e o Amorim bebeu, foi uma alegria.
Se a nossa actuação foi menos boa, devo salientar que a Carla Ferreira faz um paté delicioso, assim como um bolo de chocolate. Foi 5x melhor que a nossa actuação. Obrigado Carla, obrigado Teresa, obrigado Ramiro, Obrigado Cristiana, Obrigado Ana, Obrigado Isabel, Obrigado Ricardo, Obrigado a todos no GEDE de quem não consegui fixar o nome pela excelente recepção, que promove o gosto pela cultura e convivio. Gostamos imenso de ir aí.

23 maio, 2011

Actuação - 15 de Maio de 2011 - Palco do Grupo Bateira em Frossos

Fomos pela primeira vez com a nossa encenação do "Aqui há fantasmas" fora da nossa terra. Escolhemos a freguesia de Frossos no concelho de Albergaria que também já tem uma longa história teatral e eles convidaram-nos a vir num domingo à tarde, pois conhecendo o seu público sabiam que iriamos ter um auditório mais preenchido nesse horário.
Montamos o cenário no sábado anterior, e no domingo lá estavamos. A actuação foi marcada para as 16 horas, mas mesmo assim tivemos que aguardar meia hora que o público chegasse e se assentasse, nada de anormal e a que não estejamos habituados. Começando a actuação, reconheço que o público custou um pouco a libertar-se nas gargalhadas, mas não fosse o texto genial, e a pouco e pouco lá fomos ouvindo o riso a soltar-se.
Devo dizer que a freguesia de Frossos, sendo uma pequena freguesia nas margens do Vouga, na tarde solarenga e primaveril em que lá fomos actuar mostrou-se de uma beleza e calma excelentes para quem quer ir dar um passeio calmo de domingo. Existe inclusivé nas margens do rio um parque que nessa tarde estava ocupado por um grupo grande de merendeiros com bastante sombra e verdes que o tornam um sitio muito aprazivel.
No final da actuação como de praxe tivemos o lanche oferecido pela casa aos actores e locais que permitiu alargar o convívio e melhorar o conhecimento entre estas duas associações.
Venham mais actuações!

08 maio, 2011

Actuação - 8 de Maio de 2011 no auditório de Carregosa

Fomos a palco pela terceira vez na nossa terra. Desta vez foi para ajudar a comissão de festas de Nossa Senhora do Rosário que nos mobilizamos para o palco.
Já não foi a enchente a que estamos habituados, pudera, 3 vezes a "ir à fonte com a mesma púcara" que ela começou a rachar. Mas serviu de ensaio pois para a semana vamos actuar também no domingo à tarde em Frossos, no concelho de Albergaria.
Por nós é sempre um espectáculo ir para o palco. Venham muitas mais.

29 março, 2011

Actuação - 13 de Março de 2011 - Domingo à tarde em Carregosa

Voltamos ao palco, novamente em Carregosa. Foi num domingo à tarde que apresentamos pela segunda vez o nosso trabalho. Quem teve oportunidade de ver duas vezes diz que esta foi melhor ainda, não desfazendo da primeira. Nós actores não estavamos muito certos disso, mas após termos visto o filme que se fez durante a actuação, passamos a acreditar que sim. O autor não merecia tantas alterações ao texto, mas por outro lado foi uma apresentação fluida, divertida e que justificou o tempo de quem a foi ver.
Tivemos o Abilio a estrear-se no papel de Cardoso. Como ele é meio mafioso encaixou-se no papel que foi uma perfeição (estou a brincar Ó Abilio).

11 janeiro, 2011

Põe-te brioso ó Cardoso que o grupo está saudoso

O nosso companheiro de palco Tiago foi fazer as caminhadas de Santiago, e pelo caminho apanhou um virus espanhol que a todos os que o acompanharam deixou à rasca, mas ao Tiago deixou-o mesmo de rastos com uma pneumonia que o obrigou a ficar internado em terras de nostros hermanos.
Felizmente hoje já recebi uma mensagem do Tiago a comunicar que já tinha deixado os cuidados intensivos e que já ia repousar num quarto individual. Por isso ficamos todos os seus colegas e amigos muito felizes. Agora resta-nos esperar pela recuperação a 100%, até lá há que repousar, mas o tempo está a teu favor Tiago.

Entretanto segue-se a preparação da peça, com algumas actuações a serem estudadas para breve em que temporariamente teremos um Abilio 'Cardoso', em vez de um Tiago 'Cardoso', mas mal esteja o nosso actor bom e recuperado o lugar é dele, que tão boa prestação teve na estreia.
A ti Tiago um grande abraço do grupo de teatro e que rapidamente te vejamos entre nós.

06 dezembro, 2010

Estreia - 4 de Dezembro de 2010 em Carregosa no auditório da JF

A peça foi um sucesso. Todos os comentários à peça foram positivos. Só me recordo agora as palavras do nosso presidente eleito, Renato Melo, que me disse "Brutal".
Jogar em casa tem sempre a vantagem de se ter boa claque. E foi o que aconteceu, o mérito é do texto ser excelente, dos actores que o souberam executar, dos técnicos que nos apoiaram, do Luís que viveu e se emocionou enquanto encenava esta peça e soube encontrar os apoios necessários para a construir.
Mas ter um público que nos apoia é meio sucesso. E o público encheu-nos a casa, devemos ter atingido as 300 pessoas, e era um público que correspondia, que se ria connosco apoiando-nos durante as cenas.
Foi uma noite excelente. Para quem esteve em cima do palco, e de certeza também para quem assistiu. Esta peça encaminha-se por duas horas e meia e durante 3 actos, mas conseguimos manter o público preso.
Os actores estavam à altura dos seus papeis, e tivemos a boa fortuna de ter actores perfeitamente enquadrados com os personagens. Já nem consigo imaginar que qualquer outra pessoa fizesse de Chichas que não o Vítor. GRANDE VÍTOR. O Amorim estava eufórico (pudera, casamento de tarde) e fez um papel divertidíssimo. O Rui como Faísca estava um delírio, o público só se ria. E estiveram todos bem, apesar do terror que fomos para o ponto, saltando páginas à frente e atrás no texto, uma insignificância que não roubou nada à mensagem da peça, constituída por 87 páginas. Parabéns aos actores Amorim, Edgar, a mim, Catarina, Vitor, André, Fernanda, Adriana, Cristiano, Tiago e Rui. Parabéns ao Luís que encenou, à Rosalina e ao Adriano.
E com isto encerramos o Festola de uma maneira condigna, ganhamos alento para levar adiante esta peça, mostramos a qualidade que a experiência de quase 10 anos em teatro da nossa associação nos trouxe. Recordo-me agora das palavras do José Augusto que disse também que esta peça poderia ser o marco para incentivar os actores do grupo juvenil a transitarem para o grupo sénior. É sem dúvida uma peça aliciante e que mostra o que nós sabemos fazer, aliciando outros a juntarem-se a nós, para manter vivo este projecto do teatro.

Aqui ficam as fotos: