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11 junho, 2012

14º Actuação - 10 de Junho de 2012 no Aud. do Grupo de Teatro de N. Sra. de Fátima em Mamodeiro, Aveiro

















A nossa 14ª actuação foi em terras de Aveiro na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, recebidos pelo grupo com o mesmo nome.
Um grupo simpatiquissimo, que nos guiou num passeio pela periferia da freguesia, levando-nos até à bela Pateira de Fermentelos, nos serviu um almoço informal mas gostoso, com um belo caldo verde seguido de churrasco, numa explendida e descontraida actuação.
Foi um dia excelente, que temos que agradecer a tão simpáticos anfitriões.
A nossa actuação não foi perfeita, mas até aí eles foram simpáticos, pois ao fim do primeiro acto e com cortinas fechadas vem ter connosco uma das pessoas activas do grupo deles(a encenadora?!)  e nos brinda com a alcunha de «Profissionais». Não o somos, mas sabe sempre ouvir que acham o nosso trabalho de tal qualidade.
Foi um dia soberbo.

20 maio, 2012

13º Actuação - 19 de Maio de 2012 no Centro Paroquial de Mansores

Para o grupo de teatro a memória deste palco vai ficar ligada às escadas de caracol que davam acesso aos camarins. Não são umas escadinhas, são duas rotundas inteiras a descer + de 3 metros na vertical, em madeira... O palco era bom, o espaço para o público é multifuncional, não é um auditório inclinado mas um salão polivalente em que se pode realizar uma festa ou bailarico, mas a altura entre o palco e o auditório é suficiente para garantir uma boa visão e conforto a quem assiste e a quem representa.
A representação foi marcada por dois grandes incidentes, a primeira foi o Amorim ter representado de muletas fruto de uma lesão recente, o que nos levou a improvisar muito para encadear o acontecimento na peça, o outro incidente foi meu que me perdi no texto completamente desde o inicio. Felizmente não sou o actor principal e a minha falha facilmente se diluiu na sequência da história.
De resto foi um público simpático com alguma sobriedade, mas que não resistiram a libertar as gargalhadas nos hilariantes momentos proporcionados pelo nosso Chichas ou Faísca. Tivemos muitos conterrâneos nossos entre o público ou não estivéssemos tão próximos de casa. Para alguns dos nossos actores era mesmo terra de família.
No final tivemos o habitual lanchinho, que devido à duração da peça foi mais uma ceia após a meia noite, mais marcada pelo facto de ter sido apenas para nós, com pena pois gostamos imenso de conviver com os grupos anfitriões. Mas a Andreia, a simpática anfitriã com um sotaque brasileiro, esteve por perto e mostrou-nos que existia alguém da organização por ali, que apesar de estarmos entregues a nós, tínhamos a quem recorrer caso fosse necessário.
Um bem haja a quem viu, um obrigado por serem a razão de continuarmos com gosto a fazer teatro.

23 abril, 2012

12º Actuação - 16 de Abril de 2012 na sede do Palmaz Jovem

Em termos de espaço para teatro foi o pior sitio de apresentação desta peça. Não quero desvalorizar as instalações da associação de Palmaz que são excelentes para o seu âmbito. Eles têm diversos salões, café e bar, um espaço enorme que pode ser usado em diversas actividades lúdicas e de recreação. O que eles não têm é adequação à prática do teatro. Mas mesmo assim fizeram um esforço enorme para conseguir criar as condições mínimas para nos receber e foi com gosto que nos deslocamos às instalações deles para apresentar o nosso trabalho.
Mas se perdemos pelo espaço, que tinha um palco improvisado (perigoso diga-se, devido à falta de acessos, numa das saídas quase partia uma perna a descer para cadeiras que se mexeram), a coluna que ficava mesmo na frente do palco, a ausência de cortinas ou bastidores, tivemos que trocar de roupa num espaço de 4m2 que apenas era separado do público por uns panos que colocamos a servir de paredes, tudo isto nos deu a sensação que não podíamos fazer pior, e fomos com tal descontracção para o palco que a peça saiu com uma tal naturalidade que correu excelentemente.
Até conseguimos levar o nosso talento mais além e puxamos das nossas qualidades de improviso, posso citar uma das cenas que tive com o Amorim em que decidimos 5 minutos antes que íamos entrar a discutir e que a íamos fazer com uma emoção que nunca tínhamos ensaiado. E correu excelentemente, correndo o risco de o nosso encenador até não gostar do improviso, mas ele elogiou-nos pela nossa autenticidade da actuação.
Ainda tivemos tempo para comemorações, pois o nosso compadre António que tem acompanhado a esposa e família religiosamente às actuações fazia (vou dizer) 50 anos. Tivemos direito a bolo e parabéns. Também o Abílio (o nosso Fragoso Cardoso Ranhoso) fez anos nessa semana (um número inferior, mas igualmente respeitável na casa dos 30 anos) e também nos premiou com um vodka para descontrair (depois da peça, porque o encenador não permite álcool antes).
Apesar das más condições foi uma boa actuação, e fez-nos sentir que estamos no melhor ponto da peça. Venham agora muitas actuações para usarmos e abusarmos do valor acrescentado que esta peça tem.
Um bem haja ao nosso encenador Luís e um pedido de desculpas, pois infelizmente o trabalho duro tem sido muito para ele, e sendo todos culpados no grupo, sentimos bastante esse peso. Obrigada e desculpa Luís.


02 abril, 2012

11º Actuação - 31 de Março de 2012 no Grupo Musical Macinhatense

Excelente. Após três meses de interregno o medo era bastante, mas foi desfalcado pelo sucesso. Foi uma actuação muito boa. Não foi excelente 'per se' mas tendo em conta o tempo da paragem o resultado foi-o.

O Grupo Musical Macinhatense é já uma associação com longas décadas de existência, e o público de Macinhata da Seixa mostrou-nos que está presente para acompanhar a sua associação e quem a visita. Tivemos uma casa cheia num dia em que tinhamos celebrações de páscoa e jogos a disputar o primeiro lugar da liga. E o público era airoso. Um airoso 'inteligente', não era aquele público que se derrete a rir, mas sim aquele público que segue a história e nos sabe premiar pelo bom desempenho da história com uma gargalhada agradável. O palco esse era perigoso... pequeno, suficiente para o cenário, mas perigoso para os nossos actores que saíam pela janela e encontravam apenas 50 cm de segurança do outro lado do cenário para se equilibrarem e evitar o tombo pela varanda que dava para os camarins. Mas não houveram incidentes. A projecção de voz também era um pouco dificultada pela parede que suportava os holofotes à nossa frente e que fazia algum retorno da voz, mas acho que a história passou.

Aconteceram uns efeitos fantasmagóricos com as luzes, que viemos a saber eram provocados pelo nosso ponto... Afinal estava tão apertada no seu cantinho que quando se mexia, tocava nuns fios e as luzes piscavam. Deu o seu colorido à peça.

Resultado global, foi muito bom. Ficamos com motivação para continuar esta peça, que agora já nos está entranhada.

Um muito obrigado aos Macinhatenses. Um abraço especial à nossa familia de fãs n.º 1, Márcio e família, que mais uma vez lá estavam a ver-nos.

07 março, 2012

10º Actuação - 18 de Dezembro de 2011 no Salão dos Bombeiros Voluntários de Fajões.

Agora que já estamos a recomeçar as actuações, brevemente (31-03-2012) iremos a Macinhata da Seixa ao salão do GCC que já agora está de parabéns pelos seus 77 anos de existência, mas não podia ficar esquecida esta festa de natal que fizemos em Fajões para os amigos de todos nós, Bombeiros Voluntários.

Foi uma actuação com distribuição de prendas e pai natal e tudo. Os bombeiros aproveitaram a nossa actuação para fazer uma festa convivio de natal para eles, para as crianças deles, e para nós que podemos participar.

Um bem haja aos BV de todo o lado, e em particular aos BV de Fajões.