Graças à teimosia do Luís, que é uma forma de o felicitar pela persistência, pelas horas investidas, pelo tempo e trabalho que dedicou a este trabalho fantástico. O prémio foi todo o mérito que lhe é merecido.
E terminamos, improvisamos mais do que o costume, mas desta vez de propósito, tivemos registos em vários tons e emoções. Foi quase um jazz teatral. O expoente a acabar em expoente.
Obrigado a todos os que contribuiram, aos actores, ao encenador, aos directores, aos técnicos de luz e som, às meninas do ponto, aos roadies...
Um muito bem haja. Quando termina? È AGORA!


















